My first intervention – a group experience

June 29, 2015 § 3 Comments

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My first intervention with the group was an extraordinary experience filled with excitement as we each placed our work in an urban setting, appropriate to the work we were putting up. Important to the process was the walking and talking that allowed all of us to experience the spaces chosen. Through the process of walking I always become alive to spaces and receptive to everything that is taking place around me which is expressed well by Solnit who asserts, ‘walking, ideally, is a state in which the mind, body, and the world are aligned’ (2002, p.5) which she likens to ‘three characters finally in conversation together (ibid). Sharing this process with the group provided us with a wonderful opportunity to discover different perceptions about the spaces we were intervening in, highlighted by the actual intervention itself. Photographing each other’s intervention encouraged me to become more visually attuned to the area whilst drawing attention to how the space changed and altered as something different was added to it. Questions can be asked about why that place, why that photo and what does the intervention do? A new way of questioning and observing the space has been created.
My own intervention took place near Enderby’s Wharf on the riverside on Greenwich Peninsula; a space I have been walking and photographing for over two years. This is an area where significant change is taking place: the regeneration of an old industrial area into shiny, new blocks of flats, or perhaps I should use the modern term, ‘apartments’, with a possible cruise port attached. When new developments occur, we frequently forget what was there before; it becomes a vague memory of what was, sometimes memorialised through a heritage process that inscribes what should be remembered into place names with industrial items allowed to stand within the new development. This will be the case at the location I chose. The developments throughout the Greenwich Peninsula are without doubt changing the way we experience the riverside. My intervention served the purpose of remembering something of what had gone before – an exhibition space on a hoarding where nature has reclaimed its place before being tamed once again.

A minha primeira intervenção com o grupo, foi uma experiência extraordinária, cheia de excitação que foi crescendo à medida que cada um foi colocando o seu trabalho no espaço urbano, no local apropriado para o que lá colocávamos. Importante para o processo, foi o caminhar/conversar que nos permitiu a todos experienciar os espaços escolhidos. Através da caminhada enquanto processo, sinto-me sempre viva para os espaços e recetiva a tudo o que está a acontecer à minha volta, tal como é expresso por Solnit que diz “caminhar é, idealmente, um estado em que o espírito, o corpo e o Mundo estão Alinhados “ (2002, p.5), o que ela compara com “três carácteres que finalmente conversam em conjunto” (ibid). Partilhar este processo com o grupo, proporcionou-nos a maravilhosa possibilidade de descobrir diferentes perceções acerca do espaço em que estávamos a intervir, realçadas pela própria intervenção. Fotografar as intervenções de cada um, encorajou-me a tornar-me mais visualmente sintonizada com a área, ao mesmo tempo que percebia que o espaço se alterava à medida que um novo objeto lhe era adicionado. Perguntas podem ser feitas acerca do porquê da escolha daquele espaço, daquela imagem e o que é que a intervenção faz? Uma nova forma de questionar e observar o espaço foi criada.
A minha própria intervenção ocorreu perto do Enderby’s Wharf, na beira-rio da Península de Greenwich; um espaço que tenho percorrido e fotografado ao longo dos últimos dois anos. Esta é uma área em que mudanças significativas têm ocorrido: a regeneração de uma antiga área industrial que deu lugar a blocos de apartamentos brilhantes, com uma possível marina para barcos anexa. Quando novas construções ocorrem, esquecemo-nos frequentemente do que lá estava antes; torna-se uma vaga memória do que foi, por vezes relembrada através de um processo de herança patrimonial, que transforma o que deveria ser recordado em topónimos, ao mesmo tempo que é permitido que reminiscências industriais se mantenham juntamente com as novas construções. É isto o que sucede no local que eu escolhi. Os empreendimentos ao longo da Península de Greenwich estão, sem qualquer dúvida, a mudar a forma como experienciamos a beira-rio. A minha intervenção pretende lembrar parte do que existia antes – um espaço de exposição num tapume, onde a natureza reclamou o seu lugar, antes de ser destruída de novo.

Solnit, R. (2002). Wanderlust : a history of walking. London: Verso

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Gill Golding

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