RESISTANCE? [ENG] RESISTÊNCIA? [PT]

March 3, 2015 § 3 Comments

Wouldn’t you rather have images than this?

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But one image has resisted since July 2014. It has resisted a winter, the sun, stormy gusts and heavy downpours, stuff that took down the two images very close to it in a matter of days. Same paper, same adhesives, same wall. It has resisted the person(s) keen to restore walls to their original condition…or not.

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The Elephant’s journey back to where he came from

There once were two people who hung some photos in Deptford, which is full of possible canvases and which has always been a popular spot for artistic activity for the two, and who documented the process whilst having the most interesting dialogues about the social and political purpose of art, and who then shared the documentation of this process with other people who are similarly inclined to have further conversations, but the weather or the cleaner or the businessman or the council worker removed the pictures, or maybe the texture of the wall rejected the work, one might never find the truth to this puzzle, in any case, the photos disappeared, disintegrated, dissolved, and so one of the two decided to not take no for an answer and to fight the weather, the cleaner, the businessman, the council worker or the texture and put the documentation photos back where they originated to ask for a further response which eventually came but not so quickly, one image remained for 6 months, only just having made the canvas available again. While again documenting observing, pondering and talking about all this, three, one having flown whence the elephant originally came, hung the re-re-documentation to invite others to join the journey and so some of the re-re-documentations made it to North London, Berlin and Galicia and turned into further documentations which then made it back to London via the fast and wonderful world of the electronic mail, another canvas, and so one of the three then decided to hang the documentary of the documentary of the documentary in Chelsea Arts College which is a place where there might be some further response but after a fortnight of inactivity it seemed that the arty people in this arty college needed some probing as the message of social art had not yet transpired and so the invitations to participate had to be literalised so as to guide artistically inclined individuals to react to what might be seen as an example of their field but after another fortnight of not only inactivity but, I dare say, lack of noticing of the images hanging in a corridor where they shouldn’t be hanging, the elephant had enough of such lack of attention (he was used to something rather different), it was the worst of all possible worlds, and decided to return to where he came from to see if he could still get a better response from Deptfordians, the cleaner, the businessman, the council worker, or the weather for that matter,one might never find out the whole truth, and so the metaphor for the ongoing dialogue of art as a social and political practice has been placed where it originated and the documentation and dialogue will follow.

Anita Strasser

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THE ELEPHANT IN THE HALLWAY

After two weeks of Chelsea inactivity it was time for direct instructions. Let’s see what’s next.

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Anita Strasser

[PT]

Não preferia ter imagens do que isto?

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Mas uma imagem resistiu desde Julho de 2014. Resistiu ao Inverno, ao Sol, às rajadas de vento e às trombas de água, elementos que, em alguns dias, retiraram das paredes duas imagens que estavam próximas. O mesmo papel, o mesmo adesivo, a mesma parede. Resistiu à vontade humana de devolver as paredes à sua condição original…ou não.

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A viagem do Elefante de volta ao sítio de onde veio

Era uma vez, duas pessoas que penduraram umas imagens em Deptford, que está cheio de possíveis telas e sempre foi um local popular para atividades artísticas para os dois, e que documentaram o processo, ao mesmo tempo que mantinham interessantes diálogos sobre o propósito social e político da arte, posteriormente partilhando a documentação do processo com outras pessoas, que estão igualmente inclinadas para ter mais conversas, mas o tempo, ou o empregado da limpeza, ou o homem de negócios, ou o funcionário da câmara retiraram as imagens, ou talvez a textura da parede rejeitou o trabalho, nunca saberemos ao certo a verdade deste puzzle. Em qualquer caso, as imagens desapareceram, desintegraram-se, dissolveram-se, por isso um deles decidiu não aceitar um não como resposta e combater o tempo, o empregado da limpeza, o homem de negócios, o funcionário da câmara, ou a textura e colocar as fotografias que documentavam o ato no local original, por forma a receber uma resposta que, eventualmente, veio, mas não tão depressa (uma imagem permaneceu por 6 meses), apenas para disponibilizar de novo a tela. Enquanto se documentava, observava, ponderava e falava de tudo isto, três pessoas, uma das quais voou do local de origem do elefante, penduraram a re-redocumentação para convidar outros a juntarem-se à viagem e assim as re-redocumentações foram até ao norte de Londres, Berlim e Galiza e transformaram-se em novas documentações que voltaram a Londres, através do rápido e maravilhoso mundo do correio eletrónico, outra tela, e assim, um dos três, decidiu pendurar o registo, do registo, do registo no Chelsea Arts College, que é um local onde poderia haver mais alguma resposta, mas, depois de 15 dias de inatividade, pareceu que as pessoas das artes neste instituição de artes, precisavam de algum esclarecimento, já que a mensagem de arte social, não tinha passado e assim, os convites à participação, tinham que ser explicados, por forma a guiar indivíduos artisticamente inclinados, a reagir ao que poderia ser visto como um exemplo do campo em que atuam. No entanto, após outros 15 dias de inatividade, atrevo-me a dizer, o ignorar de imagens que estão penduradas num corredor, onde não é suposto estarem, o elefante fartou-se de tanta falta de atenção (estava habituado a algo bastante diferente), era o pior de todos os mundos possíveis, e decidiu voltar para o local de onde vinha, para ver se ainda conseguia uma melhor resposta dos Deptfordianos, o empregado de limpeza, o homem de negócios, o funcionário da câmara, ou mesmo o tempo, nunca se consegue saber toda a verdade sobre este tema, e por isso a metáfora para o contínuo diálogo da arte como prática social e política voltou para o local que a originou e o registo e diálogo, seguir-se-ão.

Anita Strasser

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O ELEFANTE NA ENTRADA

Após duas semanas de inatividade em Chelsea, era tempo de dar instruções diretas. Vamos ver o que acontece.

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Anita Strasser

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