At the Biennial

October 7, 2014 § Leave a comment

The 2014 Liverpool Biennial has, as its title, A Needle Walks into a Haystack. An accompanying book of essays describes its purpose as a reflection … on how notions of intimacy, delinquency and inefficiency inform and permeate many contemporary art practices today.

The foreword by the Biennial’s director, Sally Tallant continues: This publication is not intended as a catalogue or documentation, but as another ‘site’ of the exhibition, locating a similar spirit in the work of cultural critics, novelists, philosophers, poets, and others who work with the written word. The contributors were asked to respond to and extend specific texts, references or ideas that informed the process of conceiving the exhibition itself.

The texts to which Sally Tallant refers are challenging but worth the slow reading for that. The idea of a collection of texts as a ‘site’ for an exhibition also appeals. Text works [textworks] might be considered in the context of The Elephant’s Journey.

Or rather …

Textworks are present here in the context of The Elephant’s Journey.

To return …

… to the phrase [to respond to]

There were two exhibitions that gave pause.

The Open Eye Gallery presented Not All Documents Are Records: photographing exhibitions as an art form. The distinction between a ‘document’ and a ‘record’ of an art piece is central to a fluid [on-going] art practice or presentation of making.

To quote from the gallery brochure:

The title of the show refers to the fact that, in archival and administrative terms, not all documents are systematically filed and organised to become official records. For instance, a document is still amendable and changeable, whereas a record is not.

The writer goes on to make the distinction between ‘open document’ and ‘closed record’.

The Elephant’s Journey is an open document in that it documents an ongoing process that can be variously interpreted both by its participants and its viewers on this weblog site and in the various locations of its works.

It’s strategy is that of the primacy of processes of production and the recording of those processes: as making, as placing, as recording, as returning, as responding. It is a practice in which absence has an equality with presence; site with content; social relations with relations of production.

The Old Blind School housed a multiplicity of presentations, the finest of which was The Old Blind School. I was blessed by the experience of learning to teach in Liverpool in the early 70s. I dimly recall the Blind School as a meeting house for a plurality of radical groups. It’s fabric has much declined in the dividing decades; its essential being still buzzes.

For me, the fabric of the declined building is the key to one’s response to anything that is within. I stayed with the fabric; decided to make some small responses, locate them within the building, document them, leave them.

‘Fabric’ prints

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Individual prints

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John Levett

[PT]

Na Bienal

A Bienal de Liverpool de 2014 tem, como título, “Uma Agulha Caminha para Dentro de um Palheiro”. Um livro de ensaios que a acompanha descreve o seu propósito enquanto reflexão… “em como noções de intimidade, delinquência e ineficiência informam e permeiam muitas das actuais práticas artísticas”.

O prefácio, da autoria da directora da Bienal, Sally Tallant, continua: “Esta publicação não pretende ser um catálogo, mas outro dos “locais” da exibição, localizando um espírito semelhante no trabalho dos críticos culturais, romancistas, filósofos, poetas e outras, que trabalham com a palavra escrita. Quem para ela contribui foi convidado a responder e ampliar textos específicos, referências ou ideias que informem sobre o processo de concepção da própria exibição.”

Os textos a que se refere Sally Tallant são um desafio, mas merecem uma leitura lenta. A ideia de que uma colecção de textos pode ser um “local” para uma exibição, igualmente apelativa. Textos escritos [textosescritos] podem ser considerados no contexto da “Viagem do Elefante”.

Ou então…

Textosescritos estão presents aqui no context da “Viagem do Elefante”.

Para voltar…

… à frase [para responder a]

Há duas exposições que que deram uma pausa.

A Open Eye Gallery  apresentou “Nem Todos os Documentos são Registos: Fotografar Exposições Enquanto Forma de Arte”. A diferença entre um “documento” e um “registo” de uma peça de arte, é central para uma prática artística fluída [em curso], ou uma apresentação da sua elaboração.

Para citar a brochure da galleria:

 “O título do espectáculo refere-se ao facto de que, em termos arquivísticos e administrativos, nem todos os documentos são sistematicamente arquivados e organizados para que se tornem registos oficiais. Por exemplo, um documento pode ser emendado e alterado, ao passo que um registo não.”

O autor continua descrevendo a diferença entre “documento aberto” e “documento fechado”.

 “A Viagem do Elefante” é um documento aberto, já que documenta um processo em curso que pode ser interpretado de uma forma variada, quer pelos seus participantes, quer por quem o segue, quer neste blogue, quer nas diferentes localizações onde se encontram os trabalhos.

A sua estratégia é a da primacia de processos de produção e de registo desses processos: fazer, colocar, registar, retorno, resposta. É uma prática em que a ausência está em pé de igualdade com a presença; o sítio com o conteúdo; as relações sociais com as relações de produção.

A Old Blind School  contém uma multiplicidade de apresentações, a melhor das quais a própria Old Blind School. Eu fui abençoado com a experiência de aprender a ensinar em Liverpool, no início dos anos 70. Lembro-me vagamente da Blind School como sendo um ponto de encontro para uma variedade de grupos radicais. A sua construção tem-se degradado nas últimas décadas; a sua essência ainda vibra.

Para mim, a degradação do edifício é a chave para tudo que o lá está exposto dentro. Eu mantive-me com a construção; decidi intervir com pequenas respostas, localizei-as dentro do edifício, documentei-as e deixei-as lá.

 Imagens da “Construção”

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Imagens Individuais

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John Levett

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