Needles & Haystacks

September 19, 2014 § Leave a comment

This is a quotation from the first essay in the Liverpool Biennial publication A Needle Walks into a Haystack. The essay is entitled Writing for an Absent Friend and its author is the art historian Camille Pageard:

This book … is the site for a polyphonic discussion in which the works of art have virtually disappeared in favour of dialogues, studies, fictions, and digressions.

Each of these texts, written by artists, critics, curators, or poets, tries to find a specific voice and mode of address through particular daily moments bearing a certain relationship with what one might call the place of artistic discourse. Each text locates these barely noticeable moments when language and thought appear, elaborate, and start taking on a communicable form, or when thought’s private character joins public communication. They consider the ways in which an epistolary exchange, a systemic documenting of events, or a friendly discussion over drinks may be a place for reflecting on a work of art, on the creative process, on literary history, or on the elaboration of an idea.

The first thing that I liked about this piece of writing is that it describes the ‘book’ as a ‘site’. It is a movement towards considering different modes of engagement with art or ‘art’ or ART.

The next thing that I liked is that it acknowledges the rambling way in which that movement emerges.

The ‘emergence’ takes a long time and we don’t know how long it takes. It is often worth doing nothing and allowing pause.

Those who are accompanying the elephant acknowledge the variations in pace and the place of ‘pause’ in the journey.

PAUSE

Later, in that same book, the Egyptian writer Hassan Khan uses the phrase an idea of what potentially can be.

The Elephant’s Journey is idea, potential and being.

It is a site of discourse, a space of making, a location for moving in a fresh mode of relationship with our world.

Site. Space. Location.

These words suggest specific fixed spaces so they are probably redundant. How better to describe them? How better not to describe them?

The Elephant’s Journey is idea, potential and being. What next?

Process.

As procedure, approach, method, means, unfolding.

A process …

Preparing a piece …

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Find a site.

John Levett

[PT]

Agulhas e Palheiros

Isto é uma citação retirada do primeiro ensaio na publicação da Bienal de Liverpool “Uma Agulha Caminha para Dentro de um Palheiro”. O ensaio é intitulado “Escrevendo para um Amigo Ausente” e o seu autor é a historiadora de arte Camille Pageard:

Este livro é um local para uma discussão polifónica em que os trabalhos artísticos desapareceram virtualmente, para darem lugar a diálogos, estudos, ficções e desvios.

Cada um destes textos, escritos por artistas, críticos, curadores ou poetas, tenta encontrar uma voz e uma forma de comunicar específicas, através de momentos diários particulares que possuem uma relação com o que poderemos designar por local de diálogo artístico. Cada texto localiza este mal reconhecíveis momentos, quando a linguagem e o pensamento surgem, elaboram e começam a tomar a forma da comunicação, ou quando o carácter privado do pensamento se junta à comunicação pública. Eles consideram as formas em que uma troca epistolar, uma documentação sistémica dos acontecimentos, ou uma discussão amigável entre copos, talvez um lugar para reflectir sobre uma obra de arte, no processo criativo, na história literária, ou elaborar uma ideia.

A primeira coisa de que gostei relativamente a este texto, é a descrição que faz de um “livro” enquanto “sítio”. É um movimento que considera os diferentes modos de compromisso com a arte, ou “arte” ou ARTE.

A próxima coisa de que gosto neste texto é o facto de reconhecer a forma incoerente como esse movimento emerge.

O “aparecimento” demora bastante tempo e nós não fazemos ideia de quanto. Vale a pena permitirmo-nos uma pausa de vez em quando e não fazer nada.

Quem está a acompanhar o elefante, reconhecem essa variação no passo e o lugar da “pausa” na viagem.

PAUSA

Mais à frente, no mesmo livro, o escritor egípcio Hassan Khan usa a frase “uma ideia do que pode potencialmente ser”.

A “Viagem do Elefante” é ideia, potencial e ser.

É um lugar para debater, um lugar para fazer, um local para nos movermos com o nosso mundo de uma forma fresca.

Sítio. Espaço. Localização

Estas palavras sugerem espaços fixos específicos que podem ser provavelmente redundantes. Qual é a melhor forma de os descrever? Qual a de não os descrever?

A “Viagem do Elefante” é ideia, potencial e ser. O que se segue?

Processo.

Como procedimento, abordagem, método, meio, revelação.

Um processo…

Preparando uma peça…

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Encontrar um local.

John Levett

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